Ora bem.. No final desta etapa temos de fazer um balanço de como correu a nossa experiência no mundo digital das novas formas de comunicação.
Ambas as experiências, tanto a de construir um blog como a de construir uma comunidade virtual , foram bastante interessantes. Neste caso as opiniões dentro do grupo dividem-se. Eu, Rita, gostei mais de fazer o blog, já a Catarina gostou mais de concretizar a comunidade.
As principais diferenças que podemos apontar em relação a estes dois meios de comunicação, é que enquanto o blog nos permite uma maior liberdade de discurso, porque podemos falar de tudo o que queremos, na comunidade virtual somos obrigados a restringir-nos a um determinado assunto ou tema. No entanto a comunidade virtual é muito mais interactiva do que o blog. Esta permite-nos ter fóruns, imagens e trocar mensagens com os vários membros.
Relativamente à avaliação que fazemos desta experiência pensamos que esta foi bastante positiva, independentemente dos percalços que tivémos. O que para nós se tornou mais dificil foi em relação à comunidade, pois foi muito complicado fazer com que as pessoas comentassem, desenvolvessem os nossos tópicos e exprimissem a sua opinião. Até mesmo quando o tema está intimamente ligado à vida universitária e aos estudantes académicos. Mas apesar de tudo, e voltamos a sublinhar, pensamos que esta nossa "experiência digital" teve um saldo positivo. Os objectivos por um lado foram concretizados,pois desenvolvemos as nossas capacidades enquanto utilizadores, por outro não o foram pois não conseguimos uma maior interacção das pessoas com a nossa comunidade. No entanto atingimos o propósito da comunidade: dar a conhecer as festas eventos académicos que ocorrem nas diferentes universidades da cidade de Lisboa. E apesar do fórum não ter tido muita afluência a informação foi difundida e enviada!
Caso a comunidade tivesse continuidade, o nosso plano a longo prazo seria o de continuar a informar a comunidade académica, através das "Borgas Académicas", de todos os eventos a realizar. Continuaríamos, assim, com a mesma linha e estilo de trabalho e informação.
Catarina&Rita
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
"Tudo o que é mau faz bem"
Segundo a curva de Sleeper os cientistas tentaram perceber o porquê de ninguém ter descoberto o valor nutricional da tarte de natas e do caramelo. Tendo em conta o pensamento actual, de que ambas as coisas nos fazem mal, é difícil imaginar como uma ideia tão enraizada na sociedade pode algum dia ser questionada. Nem tudo o que é bom faz mal, tal e qual como nem tudo o que é mau faz mal. É nessa linha de pensamento que se inserem as tecnologias. Como é referido no texto “As tecnologias não são boas, nem são mas, mas também não são neutras”, ou seja, dependendo do utilizador da tecnologia e a razão porque é utilizada, as tecnologias têm um impacto diferente de pessoa para pessoa. Não podemos generalizar as tecnologias nem podemos colocá-las num campo totalmente neutro. Como é referido no texto, e relativamente aos jogos de vídeo, estes não são considerados uma coisa totalmente má uma vez que conseguem desenvolver as capacidades intelectuais do ser humano. Por outro lado têm tendência a criar um instinto violento e a aumentar as respostas negativas quando confrontados com conflitos. Desta maneira podemos também opor como referido no texto, contrariando todas as opiniões actuais, que os livros levam simplesmente a um atrofio do pensamento, ao isolamento social e à descoberta de novos problemas. Podemos assim afirmar que dependendo da maneira como somos habituados tanto a tecnologias, como neste caso os livros, não são coisas boas nem más, muito menos neutras. Ambos têm as suas vantagens e desvantagens e os seus impactos nas pessoas. Como referido “é preciso é ter um barómetro novo” por que só assim conseguimos diferenciar as coisas boas das coisas más sem ter em conta todo o pensamento que se antecede.
Hoje em dia podemos dizer que o mais importante é o tipo de raciocínio que desenvolvemos por causa das novas tecnologias. Enquanto que noutros tempos, tínhamos uma postura passiva por exemplo em frente à televisão, actualmente graças à novas tecnologias (Internet), aprendemos a desenvolver um raciocínio diferente, em que interagimos não só com o computador, como também com outras pessoas que estejam no mesmo “local”. O tipo de raciocínio deixou de ser simplista. Aprendemos a desenvolver novas competências que nos levam a um desenvolvimento psicológico que não seria possível sem estas tecnologias.
Hoje em dia podemos dizer que o mais importante é o tipo de raciocínio que desenvolvemos por causa das novas tecnologias. Enquanto que noutros tempos, tínhamos uma postura passiva por exemplo em frente à televisão, actualmente graças à novas tecnologias (Internet), aprendemos a desenvolver um raciocínio diferente, em que interagimos não só com o computador, como também com outras pessoas que estejam no mesmo “local”. O tipo de raciocínio deixou de ser simplista. Aprendemos a desenvolver novas competências que nos levam a um desenvolvimento psicológico que não seria possível sem estas tecnologias.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Comunicação Digital e Interactividade
Definir Interactividade é muito complicado, pelo menos da nossa prespectiva, pois não é um conceito completamente linear. No entanto consideramos que seja a acção em conjunto de duas, ou mais, pessoas ou equipamentos que trabalhem para atingir um objectivo comum. Por exemplo dois técnicos de informática que interagem para assegurar um sistema informático, ou então um computador e uma impressora que interagem de modo a concluir um trabalho. mas apesar desta definição ou destes exemplos o conceito de interactividade é muito mais abrangente, pois para estarmos a escrever este "post" temos que interagir com o computador, ou seja o Homem relaciona-se com a Máquina. Por esta mesma razão é que consideramos que as respostas interactivas são em tempo real, pois a própria acção de interagir é uma acção em tempo real e concreto. (Ex: eu interajo com o computador de modo a escrever este "post".)
Relativamente à citação "A interactividade é uma qualidade dos individuos que usam o meio, em vez de ser uma qualidade do próprio meio", pensamos que é realmente uma qualidade do individuo e não do próprio meio, pois é o individuo que interage com o meio e não ao contrário.
Já no que diz respeito à Comunicação Digital e devido ao esforço que esta comporta pensamos que esta não necessita de maior esforço que as outras pois o objectivo da comunicação é, como o próprio nome indica, comunicar algo através da várias maneiras. Chegamos mesmo à conclusão que a comunicação digital é mais fácil devido aos meios digitais de que dispõe para a transmissão da mensagem. No entanto e relativamente ao controlo por parte da Comunicação Digital pensamos que esta detém bastante controlo da informação. Utilizando meios como a Internet, e não só, podemos até afirmar que é a comunicação digital a principal detentora do controlo informativo. Apesar deste nossa opinião não consideramos que a Comunicação Digital seja uma ameaça dos novos tempos, consideramos até que é uma grande ajuda nos nossos dias. Por isso mesmo não há qualquer razão para não se aderirem aos meios de comunicação digital, pois com eles a nossa vida é muito mais prática e muito mais fácil. Mas apesar desta grande ajuda do "digital" temos que reconhecer que esta tem algumas desvantagens como por exemplo o facto de esta tornar a comunicação mais impessoal, ou seja, torna a informação digitalizada.
Catarina e Rita
Relativamente à citação "A interactividade é uma qualidade dos individuos que usam o meio, em vez de ser uma qualidade do próprio meio", pensamos que é realmente uma qualidade do individuo e não do próprio meio, pois é o individuo que interage com o meio e não ao contrário.
Já no que diz respeito à Comunicação Digital e devido ao esforço que esta comporta pensamos que esta não necessita de maior esforço que as outras pois o objectivo da comunicação é, como o próprio nome indica, comunicar algo através da várias maneiras. Chegamos mesmo à conclusão que a comunicação digital é mais fácil devido aos meios digitais de que dispõe para a transmissão da mensagem. No entanto e relativamente ao controlo por parte da Comunicação Digital pensamos que esta detém bastante controlo da informação. Utilizando meios como a Internet, e não só, podemos até afirmar que é a comunicação digital a principal detentora do controlo informativo. Apesar deste nossa opinião não consideramos que a Comunicação Digital seja uma ameaça dos novos tempos, consideramos até que é uma grande ajuda nos nossos dias. Por isso mesmo não há qualquer razão para não se aderirem aos meios de comunicação digital, pois com eles a nossa vida é muito mais prática e muito mais fácil. Mas apesar desta grande ajuda do "digital" temos que reconhecer que esta tem algumas desvantagens como por exemplo o facto de esta tornar a comunicação mais impessoal, ou seja, torna a informação digitalizada.
Catarina e Rita
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